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27/3/2017
 AssistÍncia ao parto ť debatido por discentes e gestantes
por Queila Chaves


A exibição do filme "O Renascimento do Parto”, retratando a realidade brasileira de assistência ao parto, na tarde desta segunda-feira, 27, marcou o início dos encontros do projeto de extensão "Iniciação, transição e adaptação para a parentalidade: grupo de orientação às gestantes" com as mulheres grávidas.

Segundo a coordenadora do projeto, a psicóloga Monalisa Barros, que dirigiu as discussões na sala de cinema Jorge Melksedeck, campus de Vitória da Conquista, desde setembro do ano passado, são realizadas discussões sobre assistência ao parto com estudantes da Ufba e Uesb. A partir de agora, serão feitas intervenções com as gestantes. 

"Esse é um trabalho de mudança na formação dos estudantes da área de Saúde com relação à assistência ao parto humanizado, baseado em evidências científicas, e a construção coletiva de oportunidades das mulheres para que elas sejam protagonistas de seus próprios corpos durante a gestação e o parto", declarou Monalisa.

A assistente social Mérice de Souza Lobo é servidora da Universidade e foi uma das pessoas que assistiu ao documentário. "Eu vi como uma oportunidade de me manter mais informada sobre o parto humanizado, de como deve ser o procedimento, já que estou com seis meses e falta pouco tempo para este momento que é tão tenso para as mulheres", comentou.

A gestante pretende participar das ações que serão realizadas quinzenalmente, às segundas-feiras, das 16h30 às 18h30, na Sala de Judô. O projeto busca trazer para as discussões não só as mulheres grávidas da comunidade acadêmica, mas também as que já possuem filhos ou pretendem ter.

Discentes dos cursos de Medicina, Psicologia, Enfermagem e Direito participam deste projeto. A estudante do curso de Medicina da Uesb, Ana Mouro, é uma dessas pessoas. “Poder discutir isso dentro do meio acadêmico me pareceu ser muito mais interessante porque é mais aprofundado. Mesmo que eu não siga a área da obstetrícia, esse mundo do parto humanizado me abriu muito a visão pra uma medicina humanizada”, afirmou a aluna.

A estudante de Psicologia da Ufba, Joseane de Cássia, é bolsista do projeto e participa desde o início das rodas de discussão. “Minha professora lançou o tema e era algo que eu tinha curiosidade. Eu não sabia como acontece todo o processo e, com o passar do tempo, fui vendo que era algo interessante e pretendo continuar estudando sobre estas questões”, contou.



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