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8/5/2017
 Alunos de Letras corrigem redação do Projeto Lápis na Mão
por Queila Chaves


Discentes do curso de graduação em Letras e pós-graduação em Linguística, campus de Vitória da Conquista, têm vivenciado o que eles aprendem em sala da aula ao serem responsáveis pela avaliação das redações de alunos da rede pública de Vitória da Conquista que participam do Projeto Lápis na Mão, organizado pela TV Sudoeste.

O projeto, que foi realizado pela primeira vez em 2016, era destinado a estudantes do Ensino Médio. Nste ano, alunos do 8° e 9° ano do Ensino Fundamental também puderam se inscrever. No total, foram 371 inscritos, sendo 142 do Ensino Médio e 229 do Ensino Fundamental.

Na manhã desta segunda-feira, 8, uma banca formada por 18 estudantes, a maioria integrante do projeto Orientação Permanente à Leitura e à Escrita (Ople), começou a correção dos textos, que tem como tema “Da janela vejo o mundo. Lê abre horizontes”. A previsão é que esta etapa seja concluída até a próxima quinta-feira, 11.

Antes das redações chegarem à Uesb, a professora Márcia Helena de Melo, uma das coordenadoras do Ople, revisou as questões de textualidade que precisam estar presente num trabalho como esse. “Com isso, eles aprendem muito também, é muito produtivo. É muito bom para os alunos de Letras estarem responsáveis por um concurso desses. Eles que terão que eleger as dez melhores redações de ambas as etapas e têm que fazer um trabalho bastante apurado, muito afinado para eleger esses nomes”, comentou a professora envolvida com o concurso.

A aluna do 6º semestre de Letras Vernáculas,  Stefane Leite, contou que a oportunidade de ser corretora das redações surgiu na primeira edição do projeto e ela quis continuar. “Foi uma experiência incrível, pois aqui na graduação a gente vê muita teoria como se deve avaliar um texto, como é a produção dos alunos. E a oportunidade de relacionar a teoria com a prática foi muito boa, porque vimos na prática como isso ocorre. Espero que este ano seja assim também”, analisou. 

A banca examinadora não sabe quem é o aluno que fez a dissertação, pois ela vem identificada apenas com uma numeração. Após a avaliação, as dez redações escolhidas, por categoria, são enviadas apenas com a numeração para a TV Sudoeste, que fará a identificação dos alunos selecionados.  

Após o resultado da primeira fase, os finalistas participarão de um workshop para o aprimoramento da escrita. Só após essa oficina é que os estudantes poderão escrever a redação da segunda fase. A decisão final fica nas mãos de uma banca formada por professores de Letras.



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