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9/5/2017
 Seminário discutiu Infância dentro da história da França
por Patrick Moraes


Na noite desta terça-feira, 9, o Grupo de Pesquisas e Estudos Infância e Educação Infantil promoveu mais um encontro dos Seminários Temáticos, no campus de Vitória da Conquista. A proposta do evento é trazer novas perspectivas por meio do diálogo entre a Educação Infantil, a Infância e outras áreas do conhecimento.

Desta vez, o pensamento francês em torno da temática foi essencial na construção das discussões. Isso porque o professor Éder Amaral, do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas (DFCH) da Uesb, trouxe uma síntese da sua tese de Doutorado em Psicologia Social, desenvolvida na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

Apresentando elementos sintéticos da sua tesa, Amaral faz uma relação histórica e analítica de uma problemática desenvolvida na França dos anos 60 e 70. “A pesquisa é voltada para os acontecimentos que envolveram, a partir dos anos 60, na França, uma discussão polêmica, mas também muito diferente do que acontece hoje. Essa discussão traz uma relação da temática da infância, sobretudo no que concerne a sexualidade infantil, com a educação, além de uma crítica aos modelos educacionais que a gente dispõe e que sustenta nossa sociedade”, contou Amaral.

Seminários Temáticos
Em cada encontro, o Grupo propõe uma temática que dialogue bem com questões em destaque na sociedade, bem como possibilite a socialização de pesquisas desenvolvidas por docentes em seus trabalhos de pós-graduação. Essa é a terceira ação realizada, nesse formato, pelo Grupo só neste semestre.

Uma das organizadoras dos Seminários, a professora Isabel Cristina de Jesus Brandão, também do DFCH, entende o espaço como uma forma de trazer novos olhares para a construção de conhecimento dentro da temática. “A proposta é estabelecer uma interlocução com outras áreas, porque não é somente a Pedagogia que discute Infância. Assim, a gente consegue ampliar o diálogo sobre a temática, porque entendemos que ainda existe muita coisa pra ser dita, pra ser construída sobre a questão, principalmente, no tempo em que vivemos”, avaliou Brandão.



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