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6/6/2017
 Direitos sexuais e reprodutivos foram temas de debate
por Thanize Borges


O Museu Pedagógico – Casa Padre Palmeira e o Programa de Pós Graduação em Memória Linguagem e Sociedade (PPGMLS) promoveram na noite desta segunda-feira, 5, no auditório 2 do Módulo de Medicina, campus de Vitória da Conquista, a palestra “Direitos Sexuais e Reprodutivos: debate sobre gênero como ideologia”.

O evento foi aberto ao público e contou com a participação da professora Mary Garcia Castro, da Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (Flacso), e teve como objetivo principal ampliar o debate acerca das relações de gênero na escola e na sociedade, como também os elementos fundamentais dos direitos reprodutivos e sexuais.

“Parabenizo a Uesb e ao programa de Pós Graduação em Memória por me trazerem para o debate. Universidade é o lugar do pensamento crítico em relação ao pensamento comum e corrente, e contra uma série de ideias sem a profundidade que se deveria ter. Existe todo um pensamento difundido hoje pela imprensa e por uma igreja fundamentalista, contra o gênero. Esse é um tema muito importante, considerando o aumento da violência contra a mulher e os jovens não heterossexuais”, afirmou a professora Mary Garcia Castro, ministrante do debate.

A advogada e mestranda do programa de Memória, Dayanne Gomes, esteve no evento e ressaltou a importância da temática discutida. “O debate foi bastante enriquecedor, pois existe todo um contexto que muitas vezes não é discutido com relação às questões de gênero dentro dos currículos envolvendo as séries iniciais, como também na academia”, salientou.

A professora do Programa de Pós Graduação em Memória, Tânia Rocha de Andrade Cunha, também pretigiou o debate e destacou à relevância de trazer a temática em discussão na sociedade de hoje. “A questão da ideologia ainda é para muitos setores um tabu. A sociedade tem vivido um retrocedo histórico, cada vez mais conservadora. Discutir essa questão central do reconhecimento de direitos da mulher sobre sua vida e corpo, assim como com relação a identidade de gênero é fundamental. Um momento mais do que nunca necessário e importante para todas as pessoas, principalmente por ser em uma Universidade”, destacou a professora.

 



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