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  comunicação

25/7/2017
 2º Simpósio Baiano sobre Transtornos do Neurodesenvolvimento
por Wellington Nery


Foi aberto na noite desta segunda-feira, 24, no Auditório Waly Salomão, o 2º Simpósio Baiano sobre Transtornos do Neurodesenvolvimento (SBTN). O evento, que segue até o próximo dia 26, é realizado pelo Grupo de Pesquisa Neurogenômica e Biologia de Sistemas, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) da Uesb, campus de Jequié, e com a Sociedade Brasileira de Genética (SBG), e esse ano traz o tema “Autismo & TDAH: Estabelecendo Novas Fronteiras”.

Com diversificada programação, o evento atraiu uma grande quantidade de público. O musicoterapeuta especialista em Comunicação em Saúde e em Ecoterapia, Pedro Gomes de Souza Neto, que trabalha na Associação Jequieense de Hipismo e Ecoterapia, a qual já existe há 10 anos, participa do Simpósio com um curso teórico-prático. “A Uesb é aglutinadora de saberes e quando fomos convidados, de primeira eu aceitei porque o universo da ecoterapia fica em festa ao ser inserido no seio acadêmico, justamente falando de temas do neurodesenvolvimento, onde temos um público grande fazendo tratamento ecoterápico”, revela Neto.

Para o professor de Educação Física Júlio César de Oliveira Luz, da Associação Paradesportiva do Interior da Bahia, o Simpósio é um evento muito importante. “A temática é muito presente nas escolas regulares e a Uesb como Instituição fomentadora e formadora, tem um papel fundamental em estar capacitando, formando e debatendo essa temática tão presente na rede regular de ensino”, acredita Luz.

Para a pedagoga e acadêmica da 3ª turma do Programa de Pós-Graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade (PPGREC), Thiana do Eirado Sena de Souza, o Simpósio vem complementar sua formação acadêmica da graduação. “Na formação acadêmica foram temas que a gente teve em uma ou duas disciplinas e quando vamos para a prática da Educação Básica lidamos com essas questões o tempo todo, e aí, ou a gente corre atrás da formação ou ficamos para trás. Quando passamos a conhecer melhor, descobrimos as especificidades de cada criança”, relata Souza.

Para a psicóloga e professora do Curso de Psicologia, Katiúsia Batista Bromochenkel, que trabalha com a parte clínica de transtornos do neurodesenvolvimento, o Simpósio serve de atualização. “Nossa expectativa em relação ao Simpósio é sempre de atualização. Participando desses eventos atualizamos tanto a nossa prática cotidiana, quanto de vinculação com outros profissionais e conhecemos o que tem de novo no mercado em termos de trabalho, de intervenção, de conhecimento. Essa é a nossa busca”, fala Bromochenkel.

O coordenador do Simpósio, professor Gesivaldo Santos, do Departamento de Ciências Biológicas (DCB) diz que o evento é importante para divulgar a temática abordada à comunidade. “Por trazer uma informação de qualidade sobre um tema atual e que tende a aumentar seus casos na população. A expectativa é de termos a casa cheia. Muitos cursos e minicursos já têm inscrições lotadas. Portanto, a gente espera que seja brilhante”, conclui o coordenador.



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