assessoria de
  comunicação

29/8/2017
 PPGLin abordou a Linguística Computacional em palestra
por Caleb Lima


O Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGLin) realizou nessa terça-feira, 29, no auditório 1 do Módulo de Medicina, campus de Vitória da Conquista, a palestra “Linguística Computacional: o potencial da Computação para a pesquisa em Linguística”. 

O encontro teve como objetivo mostrar o potencial da abordagem computacional na contribuição para as pesquisas em Linguística, as quais têm utilizado as tecnologias da informação e da computação para desenvolver as descobertas sobre a linguagem humana.

Para a professora Cristiane Namiuti, coordenadora do Laboratório de Linguística de Corpos e organizadora da palestra, conhecer o que se tem de mais moderno em pesquisa de Linguística, atrelada à educação no país, é um estímulo para a participação dos alunos. “Os alunos da graduação e da pós-graduação precisam ter contato com as pesquisas de ponta, de nível internacional, que estão sendo desenvolvidas na área da Linguística, atrelada à Computação. Então, é importante que esse aluno conheça essa área, que é bastante abrangente”, destaca Namiuti.

A palestra contou com a presença do professor Pablo Faria, da Universidade Estadual de Campinas, que abordou os conceitos iniciais sobre a Linguística Computacional, ferramentas voltadas para quem trabalha com a Linguística histórica, finalizando com a explanação do resultado do estudo realizado no seu doutorado. “A ideia básica, tanto na Linguística computacional como nas humanidades digitais, é trazer o computador para fazer muito melhor que o ser humano. Por exemplo, processar um grande volume de dados, automatizar processos que sejam totalmente mecânicos, para que a parte humana fique naquilo que o computador não der conta de fazer bem. E é através disso que a Computação participa desses estudos”, ressalta Faria.

O mestrando Luíz Fernando Cardeal, participou da palestra, e ressaltou a importância da realização de eventos como esse. “Para nós, é um enriquecimento sabermos quais tecnologias já são utilizadas, bem como o intercâmbio entre universidades, com a troca de experiência entre nós e o professor”, finaliza Cardeal.

 



Assessoria de Comunicação
indique essa matéria para um amigo
Versão para impressão