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29/9/2017
 Rio Verruga e assentamentos são discutidos em seminário
por Thanize Borges


Na última quinta-feira, 28, o Laboratório de História Social do Trabalho (Lhist) promoveu mais uma sessão de Seminários e, dessa vez, trouxe para discussão o tema “O Desague do Rio Verruga em Conquista: notas sobre o projeto de Assentamento Amaralina”. O Seminário, que aconteceu na sala 9 do Módulo 1 de Aulas, campus de Vitória da Conquista, foi ministrado pelo antropólogo José Luiz Caetano da Silva, professor do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da Uesb (DFCH).

Em sua fala, o professor Caetano focou nos problemas, potencialidades, conflitos internos e a relação do Assentamento Amaralina, antiga fazenda Santa Marta, com o bairro Bem Querer e a Uesb. Além disso, foi levantada uma reflexão sobre o Rio Verruga, considerado o segundo mais poluído do Brasil.

Segundo o professor Adilson Amorim, do Departamento de História (DH) e responsável pelos Seminários do Lhist, esses eventos são uma extensão das atividades desenvolvidas no Laboratório e um espaço de diálogo entre a academia e a comunidade externa. “Os Seminários são um espaço onde dialogamos as pesquisas realizadas com a comunidade interna e externa. É um local pensado para que as reflexões sejam coletivizadas e debatidas para um público maior. A questão relacionada ao Rio Verruga, mais especificamente com os assentamentos que foram sendo construídos em seu entorno, tem uma relação direta com a história do trabalho, porque é fruto dessas disputas, conflitos e atritos, e das conquistas feitas pela classe trabalhadora”, destacou o professor.

Para a aluna do 9º semestre de Agronomia da Uesb e participante do evento, Beatriz Lima, discussões como essa são sempre uma oportunidade de somar ao seu currículo e ao curso. “Principalmente, como estudantes de Agronomia, temos que estar cientes do que acontece em volta, na cidade em que vivemos. Assim, saberemos como os profissionais, pesquisadores e estudantes poderão estar agregando o conhecimento e suprindo as necessidades de quem mais precisa, que são os moradores da região”, disse a estudante.

 

 



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