Na manhã desta quarta-feira, 18, uma comitiva do Senegal visitou a reitoria da UESB, com o intuito de manter contatos e criar uma relação com a Universidade, no sentido de estabelecer futuras parcerias veiculadas à cultura da mandioca. O encontro contou com a participação de representantes da Cooperativa Mista Agropecuária de Pequenos Agricultores do Sudoeste da Bahia (Coopasub), da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrário (EBDA) e da Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa), além de pesquisadores e produtores de mandioca dos dois países. O objetivo da reunião foi a realização de um primeiro contato entre a Universidade e a missão do Senegal para que os visitantes pudessem conhecer um pouco da forma como a UESB trabalha o ensino da cadeia produtiva da mandioca e como isso repercute na prática, junto ao pequeno produtor. Para o diretor geral do Instituto de Pesquisa Agronômica do Senegal, Macumba Diauf, a possível parceria com a Universidade é extremamente importante porque abarca a transmissão do saber acadêmico e a aplicação desse conhecimento na atividade do pequeno produtor. “Quando eu vejo o que nós vimos aqui, eu percebo que nós não valorizamos quase nada a mandioca lá no Senegal. Deu pra perceber que nós podemos fazer muito mais coisas com a mandioca, com ajuda da pesquisa e do ensino, pa ra a transformação em produtos e a sua utilização no consumo humano e na indústria”, declara o diretor. Segundo o reitor da Uesb, professor Paulo Roberto Pinto Santos, foi muito bom receber a comitiva do Senegal, que vem conhecer como acontece a participação os professores e pesquisadores da Instituição na cadeia produtiva da mandioca. Para o reitor, a visita tem sua importância nas possibilidades de estabelecimento de convênios entre os dois países. Dessa forma, a Universidade também amplia o seu processo de “internacionalização e de troca de experiências com outras instituições internacionais, no sentido de proporcionar o intercâmbio de estudantes e pesquisadores, visando à possibilidade de estabelecer troca de materiais genéticos e também de desenvolver pesquisas conjuntas”.
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